Direito Imobiliário

Regularizar o imóvel é transformar posse e documentos em segurança.

Um imóvel só oferece segurança quando contrato, posse, cadastro e registro contam a mesma história. A regularização começa pela identificação exata da pendência.

Visão integrada

A aparência de regularidade nem sempre corresponde à situação jurídica do imóvel. Contratos particulares, construções sem averbação, divergências de área e cadeias antigas de transmissão podem surgir apenas na venda, no financiamento ou no inventário.

Antes de escolher um procedimento, é necessário comparar a matrícula, os documentos municipais, os contratos e a realidade da posse. Esse diagnóstico indica se o caso exige registro de título, adjudicação, usucapião, retificação, averbação ou outra providência.

Demandas atendidas

Orientação adequada a cada situação.

A definição do instrumento jurídico parte dos fatos, dos documentos e do objetivo concreto. A mesma dúvida inicial pode exigir caminhos diferentes.

01

Regularização de imóveis

Diagnóstico da situação registral e definição das providências para alinhar matrícula, documentação e realidade do imóvel.

02

Usucapião

Análise dos requisitos, organização da prova da posse e condução do procedimento judicial ou extrajudicial cabível.

03

Adjudicação compulsória

Regularização de aquisições quando o contrato foi cumprido, mas o título definitivo não foi outorgado ou registrado.

04

Contratos imobiliários

Elaboração e revisão de instrumentos de compra e venda, cessão, locação e outros negócios, com identificação prévia de riscos.

Como o trabalho começa

01

Leitura da matrícula

Análise da titularidade, descrição, registros anteriores, ônus e averbações que constam no Registro de Imóveis.

02

Reconstrução documental

Organização de contratos, recibos, plantas, documentos municipais e informações sobre a posse.

03

Escolha da via de regularização

Definição do procedimento judicial, extrajudicial, registral ou contratual adequado à pendência encontrada.

Atendimento jurídico

Comece pela compreensão clara do seu caso.

O primeiro atendimento é destinado a compreender os fatos, documentos e objetivos para identificar quais caminhos jurídicos podem ser considerados.

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